Oficiais Comissários da Polícia Nacional passam à reforma.

Realizou-se ontem, as 16 horas, na sala de reuniões do Comando Geral da Polícia Nacional, a cerimónia simbólica que assinala a passagem à reforma de 3 Comissários-chefe, 5 Comissários e 20 Subcomissários.

Por Despacho do Comandante em Chefe, Eng. José Eduardo dos Santos, foram licenciados à reforma os seguintes Comissários chefe: Jesus Victor Santos, João Francisco Paulo Neto, José Manuel Santos Conceição Silva; para o posto Comissários: Alberto Rodrigues Polenha, João Francisco Barros, Guilherme António do Nascimento, Gaspar Domingos Miguel, Fortunato Jacinto de Carvalho; para o posto de Subcomissário foram licenciados: Francisco Farto Airosa de Oliveira, João Cawewe Chingufo, António Manuel Abrantes Junior, António bilolo dos Santos Neto, Francisco Farto Marques Airosa Neto, Luís Wagner Martins Barbosa, Manuel Francisco, António Martinho, Adriano António Manuel, José Domingos Francisco Paulo, Mário Adriano de Melo, Abraão António B.C.C Carvalho, Alfredo da Silva Dias, José Domingos Andrade, Maria Augusta Tomás Dias dos Santos, Joana António Saldanha, Maria Apolónia Domingos Vumbi, Maria Augusta de Jesus Andrade, Albertina Mafé Dias e António Tomás da Silva.

A cerimonia foi presidida pelo Comandante Geral da Polícia Nacional, Comissário Geral, Ambrósio de Lemos Freire dos Santos, ladeado pelos Segundos Comandantes Gerais, Comissários chefes, Paulo Gaspar de Almeida e Jose Salvador Rodrigues” Dodo”, bem como membros do Conselho Consultivo do Comando Geral da Policia Nacional. Na ocasião, Ambrósio de Lemos fez a entrega dos diplomas de mérito aos agora reformados e disse ” Nem todos atingimos os nossos objectivos, mas chegamos até aqui com consciência do dever cumprido e que iremos continuar a dar a nossa contribuição para que a polícia se mantenha tal qual foi concebida na arena Nacional e Internacional “, lembrou Ambrósio de Lemos.

De forma descontraída e com uma linguagem afável, o Comandante Geral provou conhecer os agora reformados, desde longa data, lembrando-os pelo nome, sobrenome e de funções exercidas há mais de duas décadas, “Fizemos este exercício para compensar os camaradas que ao longo de muitos anos não viram seu trabalho valorizado, existem normas e regulamentos para cumprir com estes procedimentos, foram feitos alguns ajustes para compensar com maior dignidade alguns camaradas. Em breve, a passagem à reforma será automática, basta que atinja a idade da reforma, para que o sistema informático suspenda os salários, asseverou o número 1 da corporação. ” Desejo-vos bom descanso e lembrem-se, não obstante passarem a condição de reformados, não se esqueçam que as portas da polícia estarão sempre abertas e ao vosso inteiro dispor ” concluiu Ambrósio de Lemos.